Câncer de Pele

Agende sua consulta

(11) 3903.1896

(11) 94374.9888

Categorias

Preencha o formulário

O que é?

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de pele corresponde a cerca de 30% de todos os diagnósticos de câncer no Brasil. O tipo mais comum é o carcinoma basocelular e o mais perigoso é o melanoma. Os fatores de risco para câncer de pele são pessoas de pele clara, cabelos loiros ou ruivos, exposição excessiva ao sol, queimaduras solares, ter muitas pintas e histórico pessoal ou familiar de câncer de pele. O carcinoma basocelular e o espinocelular são os mais frequentes e o mais letal é o melanoma. É importante o exame com o médico especialista  pelo menos uma vez ao ano para diagnóstico precoce de câncer de pele.

Tipos de câncer da pele

Carcinoma basocelular: é o mais frequente dos cânceres de pele, apesar de sua natureza maligna, ele cresce lentamente e não causa metástases à distância. Seu tratamento é de extrema importância, pois mesmo que lentamente, ele tende a crescer comprometendo tecidos e estruturas vizinhas.

Carcinoma espinocelular: mais agressivo que o carcinoma basocelular, pois possui maior chance de se espalhar pelo organismo. Pode surgir a partir de queratoses actínicas (lesões pré-malignas causadas pela exposição solar sem proteção).

Melanoma: é o câncer de pele mais agressivo, tem alta incidência de metástase e pode afetar jovens. É mais comum em indivíduos de pele e olhos claros mas podem ocorrer também em pessoas com a pele morena e negra. A maioria surge de uma lesão nova, embora possa ocorrer a partir de pintas pré-existentes. O diagnóstico precoce deste tipo de câncer faz toda a diferença. Por conta disso, pessoas com muitas pintas e pele clara, além dos que possuem antecedente pessoal ou familiar de melanoma, devem ter a pele examinada por inteiro no mínimo anualmente.

Sintomas

O câncer da pele pode se assemelhar a pintas, eczemas ou outras lesões benignas. Assim, conhecer bem a pele e saber em quais regiões existem pintas, faz toda a diferença na hora de detectar qualquer irregularidade. Somente um exame clínico feito por um médico especializado ou uma biópsia podem diagnosticar o câncer da pele, mas é importante estar sempre atento aos seguintes sintomas:

  • Uma lesão na pele de aparência elevada e brilhante, translúcida, avermelhada, castanha, rósea ou multicolorida, com crosta central e que sangra facilmente;
  • Uma pinta preta ou castanha que muda sua cor, textura, torna-se irregular nas bordas e cresce de tamanho;
  • Uma mancha ou ferida que não cicatriza, que continua a crescer apresentando coceira, crostas, erosões ou sangramento.


Além de todos esses sinais e sintomas, melanomas metastáticos podem apresentar outros, que variam de acordo com a área para onde o câncer avançou. Isso pode incluir nódulos na pele, inchaço nos gânglios linfáticos, falta de ar ou tosse, dores abominais e de cabeça, por exemplo.

Tratamentos

Todos os casos de câncer da pele devem ser diagnosticados e tratados precocemente, inclusive os de baixa letalidade, que podem provocar lesões mutilantes ou desfigurantes em áreas expostas do corpo, causando sofrimento aos pacientes. Felizmente, há diversas opções terapêuticas para o tratamento do câncer da pele não-melanoma. A modalidade escolhida varia conforme o tipo e a extensão da doença, mas, normalmente, a maior parte dos carcinomas basocelulares ou espinocelulares pode ser tratada com procedimentos simples.

Conheça os mais comuns:

Cirurgia excisional: remoção do tumor com um bisturi, e também de uma borda adicional de pele sadia, como margem de segurança. Os tecidos removidos são examinados ao microscópio, para aferir se foram extraídas todas as células cancerosas. A técnica possui altos índices de cura, e pode ser empregada no caso de tumores recorrentes.

Curetagem e eletrodissecção: usadas em tumores menores, promovem a raspagem da lesão com cureta, enquanto um bisturi elétrico destrói as células cancerígenas.

Criocirurgia: promove a destruição do tumor por meio do congelamento com nitrogênio líquido.

Cirurgia a laser: remove as células tumorais usando o laser de dióxido de carbono ou erbium YAG laser.

Cirurgia Micrográfica de Mohs: o cirurgião retira o tumor e um fragmento de pele ao redor com uma cureta. Em seguida, esse material é analisado ao microscópio. Tal procedimento é repetido sucessivamente, até não restarem vestígios de células tumorais.

Terapia Fotodinâmica (PDT): o médico aplica um agente fotossensibilizante, como o ácido 5-aminolevulínico (5-ALA) na pele lesada.

Além das modalidades cirúrgicas, a radioterapia, a quimioterapia, a imunoterapia e as medicações orais e tópicas são outras opções de tratamentos para os carcinomas. Somente um médico especializado em câncer da pele pode avaliar e prescrever o tipo mais adequado de terapia.

Prevenção

Evitar a exposição excessiva ao sol e proteger a pele dos efeitos da radiação UV são as melhores estratégias para prevenir o melanoma e outros tipos de tumores cutâneos.

Medidas de proteção:

  • Usar chapéus, camisetas, óculos escuros e protetores solares.
  • Cubra as áreas expostas com roupas apropriadas, como uma camisa de manga comprida, calças e um chapéu de abas largas.
  • Evitar a exposição solar e permanecer na sombra entre 10 e 16 horas (horário de verão).
  • Na praia ou na piscina, usar barracas feitas de algodão ou lona, que absorvem 50% da radiação ultravioleta. As barracas de nylon formam uma barreira pouco confiável: 95% dos raios UV ultrapassam o material.
  • Usar filtros solares diariamente, e não somente em horários de lazer ou de diversão. Utilizar um produto que proteja contra radiação UVA e UVB e tenha um fator de proteção solar (FPS) 30, no mínimo. Reaplicar o produto a cada duas horas ou menos, nas atividades de lazer ao ar livre. Ao utilizar o produto no dia a dia, aplicar uma boa quantidade pela manhã e reaplicar antes de sair para o almoço.
  • Observar regularmente a própria pele, à procura de pintas ou manchas suspeitas.
  • Manter bebês e crianças protegidos do sol. Filtros solares podem ser usados a partir dos seis meses.
  • Consultar um médico especialista uma vez ao ano, no mínimo, para um exame completo.
Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin

Agende sua consulta